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Estado dispensa 325 médicos que atuariam na linha de frente do combate à pandemia

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A Assessoria Jurídica do Sindmepa vai informar ao Ministério Público do Estado o não cumprimento, por parte do governo do estado, de acordo firmado em reunião realizada no último sábado entre várias entidades, incluindo representantes do governo, Prefeitura, profissionais de saúde, que definiu protocolos de atendimento da Covid-19 em Belém. Entre os protocolos ficou estabelecido que os residentes atenderiam no Hangar, após receber capacitações rápidas de urgência e emergência.

O protocolo também definiu que os Residentes seriam acompanhados por um médico intensivista e infectologista por plantão, além de ter acesso à videoconferência com o Hospital Sírio Libanês. Também seriam contratados como médicos, recebendo os mesmos honorários dos demais. O Estado também se dispôs a contratar médicos com experiência em assistência a pacientes graves para atuar em conjunto com os residentes.

Agora, segundo informações do Estado, os Residentes não serão mais alocados no Hospital de Campanha instalado no Hangar, mas permanecerão nos hospitais onde fazem Residência, como a Santa Casa e outros. “Isso significa que o estado vai abrir mão de 325 médicos no combate à pandemia, quebrando acordo firmado inclusive com a presença do secretário estadual de Saúde. É inadmissível, inclusive porque a população precisa desta mão de obra. Vamos cobrar providências enérgicas do Ministério Público”, afirma o diretor do Sindmepa, Waldir Cardoso.

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Sindicato dos Médicos do Pará