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Membros da CAP participam do lançamento da Agenda da Saúde Responsável

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Representantes do movimento médico nacional participaram hoje, em Brasília, do lançamento da Agenda Parlamentar da Saúde Responsável, na Câmara dos Deputados. A agenda contém todos os projetos em tramitação no Congresso que tratam de medicina e saúde e interessam de perto aos médicos brasileiros. Cada projeto tem a posição do movimento médico que é definida nas reuniões mensais da Comissão de Assuntos Políticos, integradas pelas entidades médicas nacionais (CFM, AMB e FMB). Todos acompanhados pela assessoria parlamentar da CAP.

Segundo Napoleão Puente de Salles, assessor parlamentar da AMB, que acompanha os projetos, a agenda contém mais de 150 projetos tratando de medicina e saúde “onde o médico brasileiro através das suas entidades máximas nacionais coloca o seu posicionamento – se positivo ou negativo – para o seu trabalho lá na ponta, lá no postinho nos rincões do Brasil”.

O diretor do Sindmepa, Waldir Cardoso, membro da CAP, participou do lançamento, ao lado do presidente do CFM, Carlos Vital Tavares Corrêa Lima e do Conselheiro Federal, Hideraldo Cabeça.

Para Hideraldo, “esse é um momento em que os conselheiros federais, assim como as comissões do Conselho Federal de Medicina (CFM), interagem com os parlamentares no intuito de proteção da boa medicina e também da sociedade”.

“As entidades médicas têm a CAP e o IBDM como seus braços políticos no Congresso Nacional. A Agenda Parlamentar é um documento de referência para nosso trabalho político e um norte de orientação para deputados e senadores da posição dos médicos brasileiros sobre projetos de lei em tramitação nas duas casas”, explicou Waldir Cardoso.

Um exemplo de Projeto de Lei que consta da Agenda da Saúde Responsável é o PL do deputado federal Ricardo Barros (PP/PR) que dispõe sobre a obrigatoriedade de instalação de câmeras de monitoramento em Unidades de Terapia Intensiva – UTI de hospitais públicos e privados. O projeto aguarda parecer do relator na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) e recebeu parecer contrário da CAP, “porque expõe a privacidade do paciente e fere o sigilo médico”.

 

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