Sindmepa Informa – 25.12.2017
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Sindmepa Informa – 25.12.2017

NÚCLEO

Agora é oficial. Foi criado, com louvor, na sexta-feira passada o Núcleo Acadêmico do Sindmepa, que leva o nome do médico Roberto Macêdo. Mais de 60 acadêmicos de medicina e autoridades da área da saúde do estado participaram da criação do Núcleo que visa promover a aproximação maior da categoria com os estudantes. Parabéns a todos os que contribuíram para a realização deste sonho, em especial aos “meninos” que lotaram o auditório do Sindmepa em plena noite de sexta-feira numa demonstração de compromisso e responsabilidade com a categoria.

FISSURADOS

Mesmo com a criação da Câmara Técnica de Fissurados, ainda não é desta vez que o serviço de atendimento aos portadores de fissuras lábio palatais, oferecido pelo Hospital Ophir Loyola, vai dar um salto de qualidade. O setor continua sem pediatra, não há serviço de orto-prótese e não existe a interdisciplinaridade no atendimento.

MOSQUEIRO

A crítica responsável do Sindmepa e a manifestação espontânea de contrariedade e revolta da população do Mosqueiro, entre outras coisas, surtiram efeito. A diretora do hospital da ilha solicitou à Secretaria de Saúde, na última sexta-feira, o retorno dos médicos cirurgiões, ortopedistas e anestesistas à rotina dos plantões que haviam sido suspensos em novembro último. Fica o registro.

ACREDITAÇÃO

A Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMP) recebeu nesta semana que passou o certificado de Hospital Acreditado, pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). A Acreditação é um título que atesta a qualidade dos serviços de saúde prestados à população pela instituição, que atende aos critérios de segurança do paciente em todas as áreas de atividade, incluindo aspectos estruturais e assistenciais. Nossos parabéns à presidente da “Santa”, Rosângela Monteiro, que já foi nossa diretora, pelo trabalho de qualidade.

NOVAS ESCOLAS

O Ministério da Educação acaba de publicar portarias autorizando o funcionando de novas faculdades de medicina em Abaetetuba, Cametá, Castanhal e Bragança, medida essa que vai na contramão de decisão do governo federal de inibir a abertura de novas escolas de medicina. A abertura indiscriminada de cursos de medicina sem a infraestrutura necessária é um risco para a saúde da população. Não precisamos de mais escolas médicas e sim de melhores escolas médicas, além de uma melhor distribuição de médicos em atividade, com adequadas condições de trabalho e carreira de estado para fixá-los nos interiores.

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