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Sindmepa Informa – 05.05.2014

HONORÁRIOS REAJUSTE

Foi aprovado no último dia 23 pelo Congresso Nacional o projeto de lei 6.964/10 que estabelece critérios de negociação e de reajuste anual dos médicos dos planos de saúde. O projeto garante que, caso não haja negociação entre as partes, o reajuste será balizado pela ANS. É uma antiga reivindicação do movimento médico, sempre entre as prioridades do CFM. Fique atento nas futuras negociações com planos de saúde.

DESEMPREGO

Médicos residentes no município de Tucuruí, mesmo filhos da terra, não conseguem trabalho no Programa Saúde da Família. Estão sendo preteridos pelo intercambistas cubanos. E olhe que o secretário de saúde é presidente do Conselho Municipal de Saúde. Deveria dar o exemplo e colocar os estrangeiros apenas na falta de médicos brasileiros disponíveis.

FEMAM I

A Federação Médica da Amazônia (Femam) será presidida nos próximos dois anos por médicos do Pará. Os diretores do Sindmepa, Wilson Machado e Waldir Cardoso foram eleitos respectivamente como presidente e diretor-financeiro da entidade, que funcionará no Sindmepa no próximo mandato. A eleição aconteceu em Assembleia Geral da entidade realizada na semana passada, em Belém.

FEMAM II

Ainda durante a Assembleia, foram aprovadas propostas importantes quanto ao movimento médico nacional. A desfiliação da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), a assinatura da Carta de Princípios do Fórum Resistência Democrática e a participação no movimento que discute a criação de uma nova entidade sindical nacional são algumas delas. A desfiliação será discutida em Assembleia específica marcada para o mês de março.

SINDMEPA EM SALVATERRA

O Sindmepa (leia-se Waldir Cardoso) vai estar em Salvaterra nos dias 7 e 8 deste mês em visita às unidades de saúde e em reunião com os gestores da área no município. Vamos discutir ações de melhorias nas condições de trabalho e remuneração, entre outros temas de interesse da categoria.

REPÚDIO DILMA

O Sindmepa repudia as palavras da presidente Dilma contra os profissionais médicos brasileiros. Ela classificou como “mais atenciosos” que os brasileiros os médicos cubanos do programa Mais Médicos. Interessante que a presidente quando adoece procura o hospital Sírio Libanês e é atendida por médicos brasileiros pagos por todos nós, contribuintes. A declaração da presidente é recebida com tristeza e indignação pela classe médica. Só nos resta lamentar.

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