Sindmepa Informa – 03.12.2017
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Sindmepa Informa – 03.12.2017

PSM GUAMÁ

As obras de reforma do pronto socorro do Guamá serão feitas de forma semelhante à realizada no pronto socorro da 14 de março. Ou seja, incluindo ampliação de espaços, com aquisição de um tomógrafo computadorizado e aumento do número de leitos. Para tanto, o pronto socorro será interditado com a equipe técnica transferida para a UPA da Terra Firme, que tem previsão de ser entregue em janeiro próximo. E os procedimentos cirúrgicos serão realizados no Hospital Samaritano, cujo bloco cirúrgico será reativado.

SUPERLOTAÇÃO

Em reunião realizada entre o staff da Sesma e os diretores do Sindmepa ficou claro que a grande demanda de pacientes na 14 de março, além da procura de Belém, ainda é de Ananindeua. Ainda não alcançamos a esperada pactuação entre os municípios para melhorar o fluxo, o que é um absurdo considerando-se Ananindeua uma cidade com 500 mil habitantes e que, ainda por cima, é administrada pelo PSDB, mesmo partido que administra Belém. Se os aliados não se entendem, o que esperar do futuro?

SACRAMENTA

Na visita que o Sindmepa fez à UPA da Sacramenta pôde constatar que pelo menos lá as condições de trabalho e de atendimento à população são satisfatórios. Todo cuidado é pouco para que não haja o sucateamento desta unidade que foi inaugurada recentemente a exemplo do que vem acontecendo com a UPA de Icoaraci.

SEM ANESTESIA

Anestesistas ligados à Coopanest começarão um movimento de suspensão do atendimento ao SUS, inclusive urgência e emergência, em Belém. Não aguentam mais os constantes atrasos nos repasses de seus honorários pela Sesma. São meses sem receber em um total desrespeito ao prestador de serviço.

COLATERAL

A operação deflagrada esta semana pelo Departamento de Vigilância Sanitária da Sesma, batizada de “Efeito colateral”, escancarou a venda indiscriminada de medicamentos em feiras, farmácias funcionando sem farmacêuticos, remédios sendo vendidos misturados a produtos alimentícios, entre outras irregularidades. Esse tipo de operação é muito louvável, mas é fundamental que se torne uma ação rotineira do Devisa, por uma questão de saúde pública.

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