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Sindmepa Informa – 01.07.2018

CONTRA O EXAME DE ORDEM

A Federação Médica Brasileira divulgou nota, na última quinta, reafirmando que os delegados presentes à 13ª edição do Encontro Nacional de Entidades Médicas (Enem), em Brasília, reprovaram a criação de um exame nacional de ordem em medicina. O resultado foi sustentado por 73,39% dos votantes. A nota veio para desmentir formalmente notícia veiculada em vários veículos que circulam no território nacional dando conta de que o encontro teria aprovado o exame, o que não é verdade.

A FAVOR DO EXAME DE PROFICIÊNCIA

O que o encontro aprovou foi a realização de um exame de avaliação progressiva dos estudantes de medicina durante a graduação, com provas aplicadas no segundo ano, no quarto ano e ao término do curso. Devendo esse exame ser conduzido em nível nacional, em processo coordenado pelo CFM. Os alunos em fase de conclusão que não atingissem a nota mínima exigida ficariam sem receber seu diploma, recebendo da sua escola apoio acadêmico até superação dessa etapa.

ENEM

E por falar em Enem, o debate deste ano girou em torno de três eixos principais: Formação Médica, Mercado de Trabalho e Assistência Médica à Saúde no Brasil. O evento resultou em um manifesto que será apresentado aos candidatos a cargos majoritários em 2018. O encontro, reuniu mais de 300 médicos, entre eles os diretores do Sindmepa, Wilson Machado e Waldir Cardoso.

IDESMA

O Sindmepa irá convocar médicos do Idesma para discutir em Assembleia Geral uma proposta que permita o pagamento do débito da empresa com os médicos parcelado até a quitação. Cerca de 90 médicos fazem parte da ação que o Sindmepa move contra o Idesma por não pagamento de direitos trabalhistas que chegam a mais de R$2,7 milhões. O Sindmepa tem até o início de agosto para apresentar proposta em juízo. A última audiência entre as partes aconteceu na segunda-feira, 25.

SANTA CASA

Diante de denúncias de superlotação da Santa Casa, a direção do hospital informou ao Sindmepa, em reunião realizada na última segunda-feira, que diversas providências já estão sendo tomadas para resolver os problemas. Mas é preciso ações externas de governo para reduzir a pressão sobre o hospital. Em maio, eram contabilizados 122 atendimentos de urgência/dia e 45 internações/dia, algo além da capacidade da maternidade.

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