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Sindicato discute remuneração de médicos na Santa Casa

Hoje pela manhã médicos ginecologistas e pediatras neonatologistas da Santa Casa, acompanhados de diretores e membros da assessoria jurídica do Sindmepa, participaram de uma reunião com a presidente da Santa Casa de Misericórdia, Rosângela Monteiro, para discutir descontos executados na remuneração dos médicos. Ficou acertado que a partir de março, considerando a natureza de Hospital Escola da Santa Casa, a carga horária de 80 horas mensais será compensada com a realização de atividades acadêmicas e científicas ou de qualificação profissional.

Entre as atividades, estão palestras de requalificação; estudos e discussões de casos clínicos do hospital; controle, avaliação e adoção de medidas para redução de infecção hospitalar; apresentação de produção científica. Isso será regulamentado em uma ordem de serviço, mantendo o que já vinha sendo aplicado e acordado em anos anteriores.

As atividades acadêmicas, de qualificação e científicas serão aferidas pela presença e participação em uma das modalidades já mencionadas. A Santa Casa firmou o compromisso com a obstetrícia/ginecologia e vai ampliar para as demais áreas médicas que atuam no hospital.

Também ficou acertado que os médicos que atuam em atividades de alta complexidade terão regularizada sua remuneração isonômica com os concursados e os que tem contratos antigos.

O Sindicato dos médicos, representado pelos diretores João Gouveia, Wilson Machado e Paulo Bronze, e o assessor jurídico Eduardo Sizo, manifestou que “a única forma de resolver o problema de remuneração dos médicos seria o estado tomar a decisão política de implantar o PCCR”. Por isso, vai novamente solicitar audiência com o estado (Sespa/Sead) para dar prosseguimento a negociações que vem sendo efetuadas há anos envolvendo a implantação do PCCR do estado.

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