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Campanha Setembro verde conscientiza sobre doação de órgãos

O mês de setembro é marcado pela Campanha Setembro Verde que visa conscientizar sobre a importância da doação e transplante de órgãos, além de incentivar uma postura pró-ativa dos familiares do doador.

No primeiro semestre deste ano a taxa de doadores efetivos aumentou em 11,8%, tendo aumentado de 14,6 pmp (por milhão de população) para 16,2 pmp. Apesar da taxa de doadores ter aumentado, o registro de pacientes a espera de um transplante tem aumentado dia a dia. Somente no Pará 1.094 pacientes adultos aguardam por um transplante de rim ou de córnea e, ainda, 11 pacientes pediátricos estão na fila por transplante de rim.

De acordo com a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), para ser doador de órgãos e tecidos não é necessário deixar nada por escrito, mas é de fundamental importância comunicar à família sobre a vontade de doar.

Nos hospitais, o profissional qualificado irá realizar a avalição das condições clínicas do potencial doador, da viabilidade dos órgãos a serem extraídos e fará a entrevista para solicitar o consentimento familiar da doação dos órgãos e tecidos.

Segundo a ABTO, além das doações de pacientes com morte encefálica, alguns órgãos e tecidos como rim e medula óssea, bem como partes do fígado, do pulmão ou do pâncreas, também podem ser doados por doadores vivos. Para tanto, o doador precisa ser cidadão juridicamente capaz, estar em condições de doar sem prejudicar a própria saúde, além de se submeter a uma avaliação prévia da saúde do órgão a ser doado.

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