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Calote marca o final de mandato da prefeitura de Parauapebas

O final do mandado do prefeito Valmir Mariano está sendo marcado por um enorme calote. Às vésperas de 2017, a prefeitura ainda não pagou a rescisão de contrato de mais de mil servidores temporários que foram demitidos. Alguns esperam desde o mês de outubro.

A prefeitura, ainda, acumula dívidas de plantões médicos dos meses de abril e maio que não foram pagas. Os anestesistas do município também foram dispensados em outubro e ficaram sem receber seis meses de trabalho.

Sem receber pelos serviços prestados, os servidores – que esperam sem receber nenhuma satisfação – serão obrigados a passarem o final de ano sem salário.

Saúde fecha as portas

A situação da saúde em Parauapebas tem se agravado de tal forma que na última quarta-feira (28) o Hospital Geral de Parauapebas pechou as portas para novos atendimentos. Serão atendidos somente pacientes referenciados, pacientes já internados e casos de urgência e emergência e hemodiálise. De acordo com o Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e a Saúde Pública (Gamp), empresa que administra o Hospital Geral de Parauapebas, o motivo é uma dívida que a prefeitura tem com empresa no valor de R$ 15 milhões. Segundo a empresa os atrasos duram três meses.

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