Acadêmicos de Medicina e Sindmepa de mãos dadas
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Acadêmicos de Medicina e Sindmepa de mãos dadas

O Sindmepa recebeu o Conselho de Ligas Acadêmicas do Pará (Colig-PA) na última quinta-feira, 21, para estabelecer mais uma parceria com acadêmicos de medicina das faculdades paraenses. Com o acordo, o Sindmepa e o Colig terão um canal direto de interlocução, simplificando a organização de eventos das Ligas no Sindicato.

De acordo com Fábio Sampaio, estudante de medicina do 4º ano da UFPA, membro da Liga de Clínica Médica e atual presidente da Colig-PA, como o Sindmepa já contribui com a doação de material de apoio e a cessão de espaços para realização de eventos, a associação decidiu estreitar ainda mais a relação com o Sindicato. Além disso, a Colig também tem interesse em se aproximar de outras organizações médicas, como o Conselho Regional de Medicina e a Sociedade Médico-Cirúrgica do Pará.

Para o diretor Waldir Cardoso, o Sindmepa também enxerga com bons olhos a maior aproximação. “É função do sindicato também apoiar os estudantes de medicina e nosso objetivo com a aproximação com as ligas é ampliar a articulação com futuros médicos. Assim, podemos conhecer melhor as dificuldades dos jovens médicos ao sair da faculdade e atender os problemas e demandas desses futuros profissionais”, declarou.

O Conselho de Ligas Acadêmicas do Pará surgiu em outubro de 2014 com a missão de integrar e regulamentar as ligas de escolas médicas, estabelecendo carga horária de simpósio e tópicos para discussões em cada liga. Conta com a representação das quatro escolas de medicina do Pará e seu objetivo é o ensino, pesquisa e extensão. Segundo Fábio Sampaio, participar de uma liga acadêmica rende novas experiências na carreira médica. “As aulas da Liga foram essenciais porque lá na frente, quando eu estudei o assunto na universidade, já havia tido contato com o tema por meio das aulas complementares da Liga. Além disso, participar de uma liga faz com que você fique mais próximo de uma oportunidade de atividades de extensão, como o estágio e conhecimento a partir de relatos de caso e questionários”, avalia.

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